Sexta-feira é o dia em que aumenta mais ainda a procura, nas farmácias, por estimulantes sexuais.
A animação dos finais de semana muitas vezes também passa pela farmácia. Cada vez mais homens querem ter a mão os comprimidos do sexo.
Doze marcas de estimulantes sexuais disputam o consumidor brasileiro. Só no ano passado, esses remédios venderam R$ 500 milhões. Viraram febre até pra quem nunca teve problemas na cama.
Remédio para disfunção erétil, a popular impotência sexual, tem que ser vendido com receita médica, e só em locais autorizados. Se a farmácia vender sem receita pode ser multada e até fechada.
A fiscalização deveria ser maior, mas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reconhece que são muitas farmácias para poucos fiscais.
Os remédios para impotência sexual também invadem o mercado ilegal, já são mais da metade dos medicamentos contrabandeados ou falsificados apreendidos pela Anvisa. Números apontam que cerca de 15% dos homens brasileiros usam os comprimidos do sexo.
O uso indiscriminado tem impacto no bolso e na saúde. Pode dar dor de cabeça, cefaléia, pode dar diarréia e dor muscular.
Os remédios podem trazer ainda um problema bem mais duradouro: a dependência.